segunda-feira, 25 de maio de 2020

Parlamento aprova lei que torna ensino gratuito "Angola"


O Parlamento aprovou, nesta quinta-feira, 21, por unanimidade, a legislação que altera a Lei de Bases do Sistema de Educação e Ensino, com 205 votos favoráveis. O documento contempla a gratuitidade do ensino primário e o ensino à distância

O diploma legal passou pelo crivo dos deputados sem votos contra, nem abstenções, na oitava reunião plenária ordinária da Assembleia Nacional, orientada pelo presidente, Fernando da Piedade Dias dos Santos.

A gratuitidade no Sistema de Educação e Ensino, segundo a lei, traduz-se na “isenção de qualquer pagamento pela inscrição, assistência às aulas, material escolar e apoio social, para todos os alunos que frequentam o ensino primário nas instituições públicas de ensino”.

O Estado, observa o documento, deve criar condições para que os alunos que frequentam o ensino primário nas instituições público-privadas e privadas “tenham acesso ao material escolar, designadamente os manuais escolares mediante disponibilização gratuita”.

“O Estado deve garantir e promover as condições necessárias para tornar gratuita a frequência da classe de iniciação e o primeiro ciclo do ensino secundário, bem como a saúde escolar e a merenda escolar nas instituições públicas de ensino”, lê-se no diploma aprovado na globalidade.

Segundo Miraldina Jamba, deputada da UNITA, o seu Grupo Parlamentar votou a favor da proposta porque espera que com a implementação da lei “venham a registar-se melhorias substanciais no sistema de educação e ensino”.

A UNITA considera que o ensino, além de gratuito, “deve ser obrigatório e contemplar responsáveis pela obrigatoriedade do mesmo e que a merenda escolar não seja um exercício de propaganda”, adiantou a deputada, na declaração de voto do partido.

Víctor Kajibanga, do MPLA, considerou que a lei, agora aprovada, introduz “mudanças significativas” no funcionamento de todos os subsistemas de educação e ensino, “visando melhorar a organização, a funcionalidade e o desempenho do sistema de educação e ensino”, sublinhou, acrescentando que a lei visa, igualmente, “maior inclusão social e a promoção simultânea da escolaridade obrigatória”.

A Lei, que altera a Lei de Bases do Sistema de Educação e Ensino, contempla, também, as modalidades de ensino à distância, que deve ocorrer de forma virtual, e de ensino semi-presencial.

Os deputados aprovaram, ainda, por unanimidade e na globalidade, a Proposta de Lei que altera o Código do Imposto Industrial.

A sessão parlamentar decorreu com grande parte dos deputados a participarem por videoconferência, a partir de outras províncias, como medida de precaução para conter a propagação da pandemia da COVID-19.


Publicado por Celsio Jones Alegria

Fonte: Assessoria de imprensa Portal Oficial do Governo de Angola

Executivo decide sobre declaração de situação de Calamidade Pública "Angola"


O Conselho de Ministros reúne-se, está manhã, em sessão extraordinária, para analisar as medidas a tomar para a contenção da propagação da pandemia da Covid-19, depois do fim do Estado de Emergência, às 23h59 desta segunda-feira, 25.

Prevê-se que o Estado de Emergência venha a ser substituído pela declaração de situação de Calamidade Pública, depois da aprovação e entrada em vigor, na sexta-feira, 22, da Lei de Protecção Civil. 


De acordo com o diploma, publicado no Diário da República nº 62, de 22 de Maio, a declaração de situação de Catástrofe ou de Calamidade Pública é feita por acto do Titular do Poder Executivo, no qual deve constar a especificação da sua natureza, medidas e âmbito territorial.

O diploma prevê que, em caso de declaração de situação de Catástrofe ou Calamidade Pública, o Titular do Poder Executivo pode adoptar medidas de natureza administrativa que incidam sobre o funcionamento dos órgãos da Administração directa e indirecta do Estado, exercício da actividade comercial, industrial e o acesso a bens e serviços. 

Podem igualmente ser adoptadas medidas que incidam sobre o funcionamento dos mercados, as actividades que envolvam a participação massiva de cidadãos, enquanto existir o risco de contágio ou de insegurança dos cidadãos, a protecção de cidadãos em situação de vulnerabilidade, bem como o funcionamento dos transportes colectivos.

Funcionamento de creches, infantários, instituições de ensino, lares da terceira idade e lares de acolhimento, funcionamento do tráfego rodoviário, aéreo, marítimo, fluvial e ferroviário podem, também, ser objecto de medidas a serem tomadas pelo Titular do Poder Executivo em caso de declaração de situação de Catástrofe ou Calamidade Pública. 

As medidas podem igualmente incidir sobre a prestação de serviços de saúde, a realização de espectáculos, actividades desportivas, culturais e de lazer, o funcionamento dos locais de culto, enquanto existir risco de contágio ou de insegurança dos cidadãos, mobilização de voluntários, defesa e controlo sanitário das fronteiras, definição de cordões sanitários e a prestação compulsiva de cuidados individuais de saúde, com ou sem internamento, no interesse da saúde pública.

A Lei de Protecção Civil estabelece que a pessoa singular ou colectiva que, como consequência das medidas tomadas durante a situação de Catástrofe ou de Calamidade Pública, for prejudicada ilicitamente tem direito à indemnização nos termos da lei. 

O diploma prevê que a ocupação temporária de imóveis e a requisição civil, em situação de Catástrofe ou de Calamidade Pública, confere o direito à indemnização aos proprietários dos bens imóveis ou móveis utilizados, nos termos da lei.

De acordo com o diploma, as medidas tomadas pelo Presidente da República, enquanto Titular do Poder Executivo, ao abrigo da Lei em referência “não podem, em caso algum, colocar em causa direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, bem como o artigo 58º da Constituição da República de Angola”.

Crime de desobediência

Prevê-se que o incumprimento das ordens legítimas das entidades competentes, quando praticado em caso de declaração de situação de Catástrofe ou de Calamidade Pública é punido como crime de desobediência, nos termos da Lei Penal. 

O ministro de Estado e chefe da Casa Civil do Presidente da República, Adão de Almeida, disse na sexta-feira, após a aprovação do diploma, que o estado em que o país vive continua a recomendar a adopção de medidas, prudência e a necessidade de se continuar a garantir o equilíbrio entre a salvaguarda da vida individual e colectiva, bem como evitar situações de propagação massiva do novo coronavírus no país.

Segundo Adão de Almeida, devem ser criadas as condições para que, sem negligenciar as questões sanitárias, permita-se que a actividade económica e os prejuízos para a economia não ganhem dimensões superiores às que se tem, com as consequências sociais que podem daí resultar.

“Quaisquer medidas que venham a ser tomadas vão ser sempre orientadas para o binómio saúde versus social”, disse.

O ministro de Estado explicou, na ocasião, que a declaração de um Estado de Emergência ou a sua prorrogação, que se pode dar numa situação de Calamidade Pública ou de Catástrofe, é da competência do Titular do Poder Executivo, que avalia a situação e pondera sobre as melhores medidas que devem ser accionadas para o caso concreto. Neste momento, lembrou, vive-se o Estado de Emergência, a vigorar até segunda-feira.

Até lá, acrescentou, o Titular do Poder Executivo tomará uma decisão, entre a prorrogação do Estado de Emergência ou a declaração de Calamidade Pública. Sobre a importância da aprovação da Lei de Bases da Protecção Civil, Adão de Almeida admitiu que a mesma se resume ao facto de a situação em que se vive no país poder exigir o accionamento do sistema de protecção civil.

“Viemos de um período de cerca de dois meses em que a principal medida foi o Estado de Emergência, que implica a suspensão de certos direitos fundamentais. Acreditamos que o combate à situação actual pode ser feita por via do Estado de Emergência ou por outros, sempre mantendo o espírito de responsabilidade, prudência e salvaguarda dos bens mais cimeiros, nomeadamente o bem vida”, disse.

A lei define Calamidade Pública como sendo uma situação de facto, um acontecimento ou uma série de acontecimentos graves, de origem natural, tecnológica, sanitária, com efeitos prolongados no tempo e no espaço, susceptíveis de provocar elevados prejuízos materiais e vítimas humanas, afectando intensamente a saúde pública, as condições de vida dos cidadãos, os seus bens, o tecido socioeconómico e a biodiversidade. 

“Existe uma situação de Catástrofe ou Calamidade Pública natural, ambiental, sanitária ou tecnológica, quando face à ocorrência ou ao perigo de ocorrência de algum dos acontecimentos referidos nos números anteriores é reconhecida e declarada a necessidade de se adoptarem medidas para evitar a sua propagação, de modo a repor a normalidade”, esclarece o diploma.

Publicado por Celsio Jones Alegria

Fonte: Assessoria de imprensa Portal Oficial do Governo de Angola

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Moxico: Metade das obras já está financiada Diz O governador do Moxico Gonçalves Muandumba



Seis dos 13 projectos, inseridos no Plano Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), na região dos Bundas, província do Moxico, lançados oficialmente sábado, avaliados em 170 milhões de kwanzas, já foram pagos ao empreiteiro CDLG, que tem obrigações contratuais de os concluir no prazo de 11 meses.

As obras comportam, entre outras infra-estruturas, a construção de uma escola de sete salas de aula, na vila de Lumbala Nguimbo.
O governador Gonçalves Muandumba, que procedeu ao lançamento dos trabalhos, recomendou o cumprimento dos prazos contratuais e a observância dos requisitos exigidos nos contratos, para que “as infra-estruturas sejam bem feitas e estejam robustas”.

Gonçalves Muandumba disse que vai reunir, esta semana, com o ministro de Estado para a Coordenação Económica por videoconferência, para prestar esclarecimento sobre a implementação do PIIM a nível da província.

Segundo o governador, o município dos Bundas, a par dos outros como o Alto Zambeze, Luacano, Luau, Camanongue, Camaia e Leúa, já tem o aval do Ministério das Finanças para a implementação dos projectos inscritos enquadrados nas obras do Plano Integrado de Intervenção dos Municípios.
“Temos consciência de que os procedimentos exigem rigor”disse Gonçalves Muandumba, apesar de reconhecer “a insuficiência de quadros” nas administrações municipais para o êxito do programa.

O administrador dos Bundas, Bento Paulino, afirmou que o município foi abrangido com mais de 800 milhões de kwanzas para a execução de projectos do PIIM, como a construção de duas infra-estruturas escolares com sete salas cada.

Por: Celsio Jones Alegria

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Executivo incentiva serviço público de maior qualidade


O ministro da Administração do Território, Marcy Lopes, apontou, ontem, a satisfação dos interesses colectivos e a prestação de um serviço público de excelência e qualidade como um dos grandes desafios da Comissão Interministerial para o Resgate dos Valores Morais e Cívicos.

Marcy Lopes, que falou à imprensa no fim da primeira reunião da Comissão Interministerial, indicou que o objectivo “é a satisfação dos interesses colectivos e passar uma mensagem de que o Estado e a Administração Pública prestam um serviço público que tem que ser de excelência e qualidade”.
O também coordenador da Comissão Interministerial, criada em Março, pelo Presidente da República, recordou que todos os órgãos da Administração Pública estão a sofrer um processo de reforma organizacional e de actuação para melhor servir o cidadão.

Com o Programa Nacional de Resgate dos Valores Morais e Cívicos, disse, esperam-se correcções nos procedimentos que inviabilizam um resultado de maior eficácia na prestação dos serviços públicos. Marcy Lopes realçou que quando se esbate a burocracia criam-se menos subterfúgios para a existência de corrupção.

Operação resgate

O ministro da Administração do Território explicou que a Comissão Interministerial é resultado e consequência da “Operação resgate”, com dois pontos de actuação e duas velocidades que agem em simultâneo. No primeiro ponto, indicou, pretende-se fazer operar a reforma na Administração Pública junto dos órgãos e serviços, esbater a burocracia e evitar que as pessoas esperem muito tempo para que o serviço seja prestado.

Espera-se, com isso, reduzir ao máximo o tempo de espera e melhorar a prestação do serviço público. Uma outra dimensão, segundo o ministro, tem a ver com a tarefa que será executada e realizada perante os cidadãos, através de um programa de sensibilização, exaltação do patriotismo, reforço da educação, civismo e as regras da boa e sã convivência social.

Questionado sobre o funcionamento do Programa, o coordenador explicou que os órgãos de Defesa e Segurança estavam directamente envolvidos na “Operação Transparência”, que tinha como fundamento assegurar a integridade do território nacional e a legalização da actividade de exploração mineira. Desde ontem arrancou o processo de moralização nos órgãos da Administração Pública. Num segundo momento, reforçou, será solicitada a colaboração dos cidadãos tão logo o programa esteja devidamente elaborado e preparado para divulgação.

“Este programa não será eficaz e bem sucedido se não houver participação ou colaboração de todos, com destaque para o Estado, órgãos da Administração Pública, comunicação social, cidadãos e a família, que é o núcleo essencial e fundamental para a formação das pessoas”, sublinhou.
Marcy Lopes lembrou que as regras de civismo e patriotismo não são ensinadas apenas nas escolas, tão pouco pelos órgãos da Administrações pública. Essas regras devem ser ensinadas em casa, garantidas pelos pais, numa passagem de geração em geração, “para que tenhamos bons cidadãos e sejam conscientes de que a realização do serviço e bem público está acima dos interesses e necessidades individuais”.

O ministro garantiu que vai ser possível avançar com a implementação do programa, apesar da situação da pandemia da Covid-19 que o país vive. A pandemia, disse, não paralisou o Estado e os serviços públicos continuam a funcionar dentro das limitações definidas pelas medidas de excepção consagradas no Estado de emergência. “Estamos todos a trabalhar para que as pessoas possam ter o maior volume de informação e deste modo colaborar com os órgãos do Estado”, sublinhou.

Por Celsio Jones Alegria
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Coronavírus: farmacêutica chinesa diz ter vacina pronta



Com o mundo à procura de uma cura para o novo coronavírus (Covid-19), a Sinovac Biotech, farmacêutica chinesa que lidera uma das pesquisas mais promissoras para uma vacina, negocia a implementação de testes em estágio avançado a nível global. “Temos a vacina pronta”, disse Yin Weidong, CEO da empresa, na última quinta-feira (7).
A companhia, sediada em Pequim, está em contato com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e reguladores de outros países para realizar ensaios clínicos da fase III em locais onde o coronavírus está avançando rapidamente. “Quando um país aprovar o ensaio clínico, o lançaremos imediatamente”, disse Yin.
“Para avaliar se a vacina pode oferecer proteção, precisamos estudar a relação entre a incidência da doença e a vacinação”, afirmou Yin. “Não podemos fazer isso quando não há casos.”

Embora a relação da China com outros países, como os Estados Unidos, esteja abalada quanto a maneira que o país combateu o vírus e forneceu informações enquanto ainda o estágio da disseminação era inicial, a redução de novas infecções na China fizeram com que farmacêuticas do país passassem a procurar por uma cooperação internacional em busca da cura.
Segundo especialistas, uma vacina funcional seria o melhor caminho para que os países pudessem reabrir suas atividades econômicas e retomar, de forma gradual, a vida normal sem um aumento descontrolado de casos. Entretanto, o desenvolvimento de vacinas pode demorar anos por conta de sua complexidade, por isso existem diversas doenças que ainda não possuem uma vacina, como o IHV.

Farmacêuticas de outros países também estão na corrida pela vacina, como as estadunidenses Moderna e Johnson & Johnson, assim como pesquisadores da Universidade de Oxford, na Inglaterra. Além da Sinovac, pesquisadores chineses também têm outras três companhias em ensaios com humanos: duas da estatal China National Biotec, e uma dos militares chineses em colaboração com a CanSino Biologics, de Tianjin.
A Sinovac Biotech desenvolveu, em 2003, uma vacina contra a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), epidemia similar ao novo coronavírus. À época, a SARS chegou a matar 774 pessoas entre 2002 e 2003, número ultrapassado em menos de dois meses pela pandemia atual.

Farmacêuticas de todo o mundo procuram uma cura pela doença que já atingiu 187 países, 4 milhões de pessoas, vitimando mais de 279 mil. Em todo o mundo, no entanto, 1,42 milhão de pessoas já se recuperaram do coronavírus, segundo a universidade norte-americana John Hopkins.

Por Celsio Jones Alegria

Coronavírus - Soba das Crianças (Kuduro 2K20)


Foto de Capa Corona Vírus Soba das crianças

Título: Coronavírus
Artista: Soba das Crianças
Género: Kuduro:
Ano: 2K20
Qualidade: 320Kbps



domingo, 3 de maio de 2020

Madagáscar apresenta “remédio contra a Covid 19”

Fotografia: DR
Fotografia: DR

O Presidente do Madagáscar, Andry Rajoelina, apresentou publicamente, em Antananarivo, o seu remédio contra a Covid 19 feito à base de plantas.

Denominado Covid-Organics, o conhecido “remédio” do Presidente Rajoelina contra o novo coronavírus foi apresentado em cerimónia em que a Organização Mundial da Saúde não compareceu.

O Covid-Organics é um chá de ervas feito de artemísia e outras ervas que crescem na Ilha Grande e foi ingerido por Andry Rajoelina na cerimónia de apresentação do remédio.
“Os Covid-Organics serão distribuídos gratuitamente aos nossos compatriotas mais vulneráveis e vendidos a preços muito baixos para outros”, segundo o presidente do Madagáscar.
A questão agora é saber se é prudente ou não consumir este produto sem a aprovação da OMS.
Rajoelina disse: “Vamos fazer os testes e estou convencido de que Madagáscar encontrará esse remédio”.
O Chefe de Estado garantiu que cientistas e laboratórios de vários países estejam prontos para participar. “Podemos mudar a história do mundo inteiro”, acrescentou.

Ghana retoma
a vida normal
O Ghana é o primeiro país africano a anunciar o fim do confinamento social imposto durante três semanas.
O país volta à normalidade entre o alívio da população mais cadenciada e os receios da disseminação do novo coronavírus no país.
No primeiro dia do fim do confinamento, a capital Accra registou ruas e mercados cheios, depois do anúncio da Presidente Nana Akufo-Addo de levantamento do confinamento na capital e na segunda maior cidade do país, Kumasi.
A Chefe de Estado assegurou que, graças ao aumento significativo das capacidades de rastreamento, o rastreio de pessoas em contacto com doentes e à abertura de novos centros de quarentena, o país conseguiu regressar à normalidade.

Ministro da Polícia preso por violação do confinamento
O ministro da Polícia do Lesotho, Lehlohonolo Moramotse, passou a noite de segunda-feira a terça-feira sob custódia policial por violar às regras de confinamento anti-coronavírus do país, incluindo a compra de álcool.
“Posso confirmar que o ministro foi detido no co-mando", disse à AFP o superintendente Mpiti Mopeli, porta-voz da Polícia, acrescentando que o ministro foi posto em liberdade para ser presente a um juiz.
O ministro “é suspeito de ter violado as regras do confinamento e de ter feito uma ligação ilegal de água para a sua casa à rede de abastecimento de água”, disse o superintendente Mopeli.

Chefe de Estado da Serra Leoa foi posto em quarentena
Na Serra Leoa, o Presidente Julius Maada Bio foi posto em quarentena depois de entrar em contacto com um dos seus guarda-costas que testou positivo para a Co-vid-19, de acordo com um comunicado.
Maada Bio agora deve trabalhar em casa, de acordo com o comunicado, que ga-rante que nenhum membro da família do Presidente apresentou sintomas relacionados ao vírus. Até ao momento, a Serra Leoa conta 43 casos de pessoas com re-sultado positivo para Covid-19, com seis curas e nenhu-
ma morte.
O Presidente Maada Bio Julius tornou-se no segundo líder africano que experimenta isolamento, depois de Eric Keabetswe Masisi, do Botswana. Este último foi colocado em confinamento solitário a 21 de Março por 14 dias após ter participado da tomada de posse do ho-mólogo namibiano, Hage Geingob, na Namíbia.

Publicado por: Celsio Jones Alegria
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